Paulo Rosenbaum

Início ARTIGOS Paulo Rosenbaum

SHANÁ TOVÁ

Um poema para o ano novo judaico.

PONHA-SE NO LUGAR DO OUTRO

Ajudar o paciente a tomar as decisões é sempre melhor do que impô-las à sua revelia.

REGRESSO À OBSCURIDADE

Ao Supremo líder da seita e a todos os arquitetos do plano que nos legaram estes intermináveis dias só podemos desejar um bom regresso à obscuridade.

O RISCO DIANTE DO ABISMO

Será mesmo que alguém achava que nós funcionávamos bem? Que aceitávamos estar a mercê de toda esta bagunça?

NÃO MAIS ACREDITO EM LÁGRIMAS

Não mais reconheço lágrimas... Ofuscada a emoção, tudo virou cenário...

OS HORIZONTES DO JUSTO

Pelo que se vem falando sobre os dilemas contemporâneos de Israel o leitor corre o risco de imaginar que tudo pode ser condensado aquele único horizonte.

NÃO É PORQUE

E por que ainda estamos aqui, e não lá fora, para berrar não?

SPLEEN POLÍTICO

Num lugar distante, depois de uma intensa conflagração não violenta, uma epidemia de depressão assolou o País continental.

TRANSITORIEDADE

Estamos na mesma nau, remando contra mares oblíquos. Embarcados de improviso queremos descer dos desvios de finalidade.

DEDICATÓRIAS

Uma dedicatória, portanto, nunca poderia ser análoga a um contrato, documento bancário ou reconhecimento de firma.

VAGA, REPUBLICA, VAGA

Reparem nos cargos, nos bigodes, na carga espessa de um regime em frangalhos. A unica obsessão é preservar-se nas alturas de um gloria rota....

TEATRO DO OPRESSOR

por Paulo Rosenbaum - Indique-me um, apenas um. Alguém que enxerga com clareza. Que distingue o rigor do emaranhado. Que não foi cego pelo...